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Teletrabalho? O seu computador está seguro contra os riscos cibernéticos?

  • Joanna Cruz
  • 28 de abr. de 2020
  • 3 min de leitura

A pandemia veio dar um impulso ao teletrabalho como nenhum outro evento o tinha feito até à data. Mas este maravilhoso mundo novo do teletrabalho não está isento de riscos

Na realidade o mundo nunca esteve tão ligado, o que aumenta a probabilidade de riscos cibernéticos. As empresas devem proteger-se para minimizar os riscos e até para optimizar novas oportunidades.

Não há uma semana que passe sem notícias sobre um ataque cibernético e o risco nunca foi tão elevado. O roubo de dados tornou-se comum, e o número de pedidos de resgate aumenta. A ameaça cibernética tornou-se um custo inevitável para quem, hoje, faz negócios.


Qual a real dimensão do problema

Segundo o Allianz Risk Barometer 2020, o ciber-risco está no topo da lista de ameaças mais importante do mundo recolhendo 39% das respostas do barómetro, e decorre da perceção de que “os incidentes cibernéticos se tornaram mais prejudiciais e caros para as empresas, resultando geralmente em ações judiciais e litígios após cada ocorrência”.

Já em 2019 o Hiscox Cyber Readiness Report (https://www.hiscox.co.uk/cyberreadiness), referia que:

- Ataques cibernéticos aumentam de intensidade: 61% das empresas inquiridas reportaram terem sofrido pelo menos um ataque cibernético o ano passado; - Aumento dos ataques a PME’s: enquanto as grandes organizações ainda são as mais propensas a sofrer um ataque cibernético, a proporção das pequenas empresas (com menos de 50 funcionários) a reportar um incidente subiu de 33% (2018) para 47%. Entre as empresas médias (50 a 249 empregados), a proporção aumentou de 36% (2018) para 63%; - Aumento dos custos por ataque: entre as organizações atacadas o ano passado, o custo médio de todos os incidentes aumentou 61%: de US $ 229.000 para US $ 369.000; - Mais empresas falham no teste de resposta: usando um modelo quantitativo para avaliar a capacidade de resposta cibernética das organizações, apenas uma empresa em dez (10%) foi considerada “especialista” em 2019, ligeiramente abaixo dos 11% do estudo de 2018. Quase três quartos (74 %) das empresas foram classificadas como “principiantes”; e - Aumento das despesas de segurança cibernética: o gasto médio em segurança cibernética é de US $ 1,45 milhões. O gasto total das 5.400 empresas inquiridas chegou aos US $ 7,9 mil milhões.

Cibersegurança é a chave para conectividade segura

A cibersegurança, ou segurança de sistemas informáticos, é de uma forma simplista, a protecção de computadores contra acessos indevidos, alterações, roubo ou danos.

Os ciberataques podem ocorrer ao nível do hardware, do software ou dos dados. Podendo provocar a interrupção, alteração, ou destruição das tarefas programadas.

Assim a cibersegurança visa proteger sistemas electrónicos de ataques maliciosos.

No decorrer desta pandemia tem-se registado que há muitos equipamentos pessoais que estão a ser usados para fins profissionais, o que facilita a instalação de programas maliciosos que podem comprometer a confidencialidade e integridade da informação.

E quando a cibersegurança falha?

A cibersegurança é sempre necessária, mas nem sempre é possível evitar os malefícios que um ataque cibernético pode causar na sua empresa, é aqui que entram os seguros.

Da vária oferta disponível no mercado de seguros Cyber, destacamos as duas principiais áreas de actuação deste tipo de seguros:

- Prevenção, em que existe um acompanhamento e protecção por especialistas para que o seu negócio esteja sempre protegido e que passa por actividades de: análise de vulnerabilidades, implementação de medidas de segurança, configuração de cópias de segurança e assistência legal preventiva.

- ​Pós-incidente, em que após um ataque a companhia de seguros garante por exemplo assistência informática remota e peritagem, recuperação de dados, restauração de backups e, em alguns casos recuperação de contas pirateadas.

O risco cibernético pode mudar rapidamente, mas a evolução na sua mitigação e na sua gestão também está a evoluir.




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